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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Domine a Reforma Ortográfica ou ela domina você

Vista interna do Museu da Língua Portuguesa em São PauloNossas vidas são repletas de experiências, que constroem nosso repertório. A grande maioria delas é vivida durante nossa infância e adolescência. É muito provável que você tenha aprendido na escola que linguiça era escrita com trema e que k, y e w não faziam parte do nosso alfabeto.

No entanto, se você não sabe, em 2008 uma iniciativa com o objetivo de unificar o idioma escrito nos países que tem a língua portuguesa como seu idioma oficial, foi executada e adotada pela maioria dos países membros. Para os brasileiros o acordo não mudou tanto o idioma, mas mudou o suficiente para gerar algumas confusões no seu dia a dia. Inclusive nesse texto, onde fiquei em dúvida de usar
dia-a-dia ou dia a dia. Pesquisando em um material que recebi em 2009 no Museu da Língua Portuguesa em São Paulo, descobri que não se deve utilizar hífen em locuções adjetivas, substantivas, adverbiais, pronominais, prepositivas.

Como disse, nosso repertório é construído na infância/adolescência. Esse material faz parte da construção do meu repertório. Ele foi publicado em 2008 pelo Museu da Língua Portuguesa em parceria com a FMU e a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Era distribuído ao visitantes do museu, situado na Estação da Luz. Atualmente é um material dificílimo de encontrar, por isso decidi compartilha-lo aqui no blog.

domingo, 14 de setembro de 2014

Promover a Inclusão Digital faz parte da minha essência

Hoje se ouve falar menos de inclusão digital que há alguns anos atrás, pois os dispositivos móveis e frentes de incentivo ao ensino gratuito de informática surtiram o efeito que era esperado para essa década, principalmente nos centros urbanos. É muito mais fácil ouvir falar que alguém tem computador em casa ou um celular conectado à Internet. Mesmo assim ainda existem pessoas que não tem esse contato e se intimidam ao usar um computador, mesmo que não seja sua primeira vez. Morrem de  medo de um Mouse, e acham que vão quebrar alguma coisa quando digitarem qualquer letra no teclado, ou pior acreditam que o computador vai explodir. 



Foi pensando nessas pessoas, que um grupo de alunos do IFCE Campus Canindé, há mais ou menos 2 anos, elaboraram uma coletânea de materiais, sob a supervisão do professor Sávio Soares Felipe, para difusão da informática de maneira gratuita para a comunidade de Canindé, no interior do Ceará.